Estruturo indicadores de RH para que pequenas e médias empresas tomem decisões mais consistentes sobre gente, alinhado com a estratégia do negócio.
Vamos conversarA NR-01 não pede que o RH vire terapeuta. Ela pede que a empresa olhe para como o trabalho está organizado.
Quase toda empresa convive com esses problemas. A diferença está em quem consegue enxergar a causa e agir antes que o custo apareça.
E você não sabe exatamente por quê. Cada saída custa recrutamento, treinamento e tempo de operação parada. Sem dados, o padrão se repete.
Você sente no ar, mas não tem como medir nem comparar para saber de onde vem. Decisão baseada só em percepção é decisão no escuro.
Pode ser a liderança, a meta, a sobrecarga ou a comunicação. Olhando os números separados, fica difícil enxergar. A causa aparece quando você conecta os dados entre si.
A obrigação existe desde maio de 2026 e a fiscalização tem caráter punitivo. Sem diagnóstico documentado, a empresa fica exposta a autuação e ações trabalhistas.
Promoções, mudanças de equipe, planos de desenvolvimento. Tudo baseado em impressão. O risco de errar é alto e caro.
Pesquisas aplicadas e guardadas na gaveta. Relatórios que ninguém usa. Dado sem análise não muda nada na prática.
Se você reconheceu pelo menos um destes sinais, é exatamente aí que eu entro.
Passei 15 anos na auditoria financeira de eventos corporativos, atendendo empresas como Novo Nordisk, Bayer, Eli Lilly e HDI Seguros. Aprendi a ler números com cuidado e a enxergar o que está por trás deles. Fui também Secretária Municipal de Turismo durante a pandemia, com reconhecimento do Ministério do Turismo por um sistema que criei na época.
Hoje trabalho em Desenvolvimento Humano Organizacional. Estruturo indicadores de pessoas, clima, eNPS, avaliação de desempenho, diversidade e turnover, conectando dados à estratégia do negócio e à realidade de quem trabalha nele.
Gosto de ser ponte. Entre áreas, entre pessoas, entre o que os dados mostram e o que as pessoas precisam ouvir.
Atuo também em equidade de gênero e sou palestrante sobre autonomia feminina e violência patrimonial.
Acredito que desenvolvimento humano começa muito antes da porta da empresa.
Cada empresa tem sua realidade. O que entrego é clareza para que você tome decisões melhores sobre as pessoas que fazem o negócio funcionar.
Diagnóstico de riscos psicossociais com base em dados reais da sua empresa, integrado ao PGR. Para qualquer porte.
Estruturação completa de dados de pessoas para empresas que precisam de clareza para tomar decisões sobre gente.
Quando o diagnóstico mostra onde o processo está quebrando, a solução técnica entra. Fluxos automatizados e sistemas sob medida para eliminar o trabalho manual e deixar os dados acessíveis para quem precisa.
Programas para desenvolver pessoas e lideranças a partir do que os dados da empresa mostram que é prioridade.
Para profissionais e lideranças que querem clareza sobre onde estão, para onde ir e como se posicionar.
O Brasil tem uma das maiores taxas de rotatividade do mundo, puxada principalmente por setores como varejo, comércio, construção e call centers. Mas o custo de perder e repor gente existe em qualquer empresa, e quase nunca aparece de forma clara na planilha.
Como esse custo se forma
Cada saída soma custos diretos, com verbas rescisórias, recrutamento, seleção, exames e integração, e custos indiretos, com a vaga aberta sobrecarregando a equipe, o tempo de adaptação até a pessoa nova render por completo, e a perda do conhecimento que vai embora junto. Somando tudo, substituir um colaborador custa entre 50% e 200% do salário anual dele, dependendo do cargo.
Estrutura de custos: Gupy e SHRM. Faixa de 50% a 200%: SHRM e Center for American Progress. Taxa de rotatividade no Brasil de até 51% ao ano: CAGED/MTE.
Entender por que as pessoas saem e agir na causa reduz o gasto constante com recrutamento, seleção e integração de gente nova.
Adoecimento ligado ao trabalho gera atestados, substituições e ações trabalhistas. Prevenir sai mais barato que remediar.
Equipe que trabalha num ambiente bem organizado rende mais e perde menos tempo com retrabalho e sobrecarga.
Quando alguém com tempo de casa sai, leva junto processos, relacionamentos e contexto. Reter é proteger a memória da empresa.
O meu trabalho se paga quando mostra para você onde o dinheiro está vazando e o que fazer para estancar.
Cada etapa me trouxe uma lente diferente. Juntas, formam o olhar que eu tenho hoje.
15 anos analisando prestações de contas de eventos e viagens para Novo Nordisk, Bayer, Eli Lilly, HDI Seguros, Amgen e Boehringer.
Secretária Municipal de Turismo de Camanducaia e Monte Verde durante a pandemia. Sistema de controle de fluxo reconhecido pelo Ministério do Turismo.
Criação de RPPN, Master Plan turístico e imobiliário, framework ESG. Articulação com poder público, empresariado e comunidade local.
Estruturação de indicadores de clima, eNPS, turnover, diversidade e desempenho. Dashboards em BI. Análises estratégicas para CEO. Equidade de gênero.
Cada empresa tem uma cultura, um momento e uma estratégia própria. Um diagnóstico que ignora isso vira relatório bonito que não resolve nada. Eu trabalho a partir da sua realidade, com método, mas sem fórmula pronta.
Sim. A Portaria MTE nº 1.419/2024 não estabelece exceções com base no porte da empresa ou no número de empregados. A obrigação se aplica a todos os empregadores com trabalhadores CLT. O que muda é a complexidade: o diagnóstico e as medidas devem ser proporcionais ao tamanho da organização. MEIs são dispensados do PGR (documento formal), mas continuam obrigados a gerenciar riscos usando as Fichas MEI. Microempresas e EPPs de grau de risco 1 e 2 podem ser dispensadas do PGR, mas devem elaborar a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP), que passa a ser o documento comprobatório principal.Fontes: Portaria MTE 1.419/2024; Manual GRO/PGR do MTE (2026); NR-01 item 1.8.1
As Normas Regulamentadoras se aplicam a trabalhadores regidos pela CLT. Se o município contrata servidores por CLT (o que é comum em contratações temporárias e em muitos municípios pequenos), a NR-01 se aplica diretamente. Para servidores estatutários, a NR-01 não se aplica formalmente, mas a responsabilidade do município com a saúde e segurança dos servidores permanece por outras vias legais (Constituição Federal, art. 7º, XXII, e legislação específica). Na prática, um diagnóstico de saúde organizacional com foco em redução de afastamentos beneficia qualquer administração pública, independente do regime dos servidores.Fontes: NR-01 item 1.2; Constituição Federal art. 7º, XXII; CLT art. 154 e seguintes
Se sua empresa tem funcionários CLT, sim, precisa. A NR-01 exige que todos os riscos ocupacionais sejam identificados, avaliados e controlados, incluindo os psicossociais. Sinais de que você precisa agir: turnover alto sem explicação clara, afastamentos frequentes por questões de saúde mental, reclamações sobre sobrecarga ou liderança, dificuldade de contratar e reter pessoas. Não ter esses dados documentados significa que, em caso de fiscalização ou ação trabalhista, a empresa não consegue demonstrar que cumpriu seu dever de cuidado.Fontes: NR-01 cap. 1.5 (Portaria MTE 1.419/2024); Manual de Interpretação do GRO/MTE (2026)
Plataformas organizam dados. O MTE deixou claro que o uso isolado de questionários não basta para comprovar a gestão de riscos. Os resultados precisam ser analisados tecnicamente e integrados ao processo. É aí que entra o meu trabalho. Eu leio os dados a partir da realidade e da estratégia da sua empresa, com método próprio, ajustado ao seu contexto. É o contexto que decide se uma ação vai funcionar de verdade.Fonte: MTE, Perguntas e Respostas sobre NR-01 (maio/2026)
A IA ajuda muito a sugerir textos de feedback, gerar rascunhos de PDI e automatizar processos. O risco aparece quando a empresa deixa a IA decidir no lugar das pessoas. Um PDI gerado pelo sistema, sem ninguém checando se o gestor consegue acompanhar aquele plano, dá a sensação de que o problema foi resolvido quando não foi. Eu uso a IA para ganhar tempo na parte mecânica. O tempo que sobra eu uso para olhar de verdade.
Todo o trabalho é feito com dados anonimizados e agregados, em conformidade com a LGPD. Pesquisas não identificam respondentes. Resultados são apresentados por grupo (mínimo de 5 pessoas por recorte para evitar identificação indireta). Os dados coletados para o diagnóstico têm finalidade exclusiva de gestão de riscos ocupacionais e não podem ser usados para decisões individuais como demissão, promoção ou transferência. Isso é desvio de finalidade vedado pela LGPD. Formalizamos contrato com cláusula de proteção de dados em todos os projetos.Fontes: LGPD (Lei 13.709/2018), arts. 6º e 7º; Guia de Riscos Psicossociais do MTE (2025)
Porque o número geral de turnover esconde mais do que mostra. Quando você separa quem sai por tempo de casa, a história aparece. Muita gente saindo nos primeiros meses costuma apontar problema na contratação, na integração ou na expectativa que foi vendida na entrevista. Gente boa saindo entre dois e quatro anos costuma falar de falta de crescimento ou de liderança. Saídas de quem tem muito tempo de casa pesam mais, porque levam embora conhecimento e memória da empresa. Olhar por essa lente mostra onde agir primeiro e por quê, em vez de tratar todo mundo que sai como se fosse a mesma coisa.
Em todos os casos você recebe três coisas: um diagnóstico feito com os dados reais da sua empresa, um plano de ação com prazos e responsáveis definidos, e a documentação que serve tanto para decidir quanto para comprovar conformidade. Dashboards em BI, sumários executivos, inventário de riscos. Tudo pronto para usar. E o objetivo é que sua empresa consiga manter e acompanhar sozinha depois. Autonomia é prioridade na entrega.
Se sua empresa precisa se adequar à NR-01, entender por que está perdendo gente ou simplesmente ter clareza sobre os dados de pessoas, me chama.